Os melhores pôsteres de 2016

2016 foi um ano bastante tenso no mundo. Aconteceram muitas coisas, mas no cinema tivemos boas produções e outras, nem tanto. Alguns filmes não foram lançados no Brasil, mas suas artes disponíveis para todo mundo ver em 2016. Nossa seleção apresenta pôsteres que apresentam a produção, as taglines de efeito, “brincam” com objetos e até mesmo ironizam datas comemorativas, chamando assim a atenção para as produções: aliás, esse é o papel do marketing, certo?

Confira abaixo os melhores cartazes de 2016, segundo o blog:
aquarius

arrival_ver18

assassins_creed

batman_v_superman_dawn_of_justice_ver2

birth_of_a_nation

christine_ver2

de_palma

 

deadpool_ver7_xlg

 

doctor_strange

equals

girl_on_the_train

ahgassi-the-handmaiden

jackie

kubo_and_the_two_strings_ver15

la_la_land_ver3

la_la_land_ver7

loving

moonlight_ver2

monster_calls

neon_demon_ver2

pride_and_prejudice_and_zombies_ver13

queen_of_katwe

silence

wiener_dog

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Os Destaques do Festival de Toronto 2016

A cidade canadense de Toronto vai respirar cinema nos dias 8 a 18 de setembro e consagrando-se novamente como o maior festival de cinema do mundo por apresentar filmes oriundos de outros festivais importantes, como Cannes e Veneza, e também apresentar estreias mundiais e incentivar novos cineastas a investir nas suas histórias. Em 2016, a TIFF apresentará 397 produções.

O cinema brasileiro, que recebeu menção honrosa ano passado com Boi Neon, terá participação em sessões discretas, como o Cinema Contemporâneo Mundial com o já badalado Aquarius e o Wavelengths (em tradução livre, significa vozes autônomas) com dois longas de coprodução Brasil/Portugal e dois curtas metragens. Outro ótimo destaque de 2016 em Toronto é a mostra especial dedicada à cidade de Lagos, na Nigéria.

Cameron Bailey, diretor artístico da TIFF, destacou em seu perfil no Twitter a presença feminina no evento: 52% dos filmes são estrelados por mulheres, sendo 35% das diretoras da sessão de Gala e 29% de mulheres no lineup geral.

O blog selecionou alguns filmes que prometem causar burburinho na TIFF, que virou um dos principais termômetros para a temporada de premiações de cinema.

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La La Land – Cantando Estações (Damien Chazelle)

Um dos filmes mais esperados dessa temporada por três motivos: o diretor Damien Chazelle, do premiado Whiplash; os protagonistas são vividos por Emma Stone e Ryan Gosling e está sendo considerado como uma homenagem aos antigos musicais, segundo as primeiras reações no Festival de Veneza, cuja produção foi escolhida para abrir o evento.

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Nocturnal Animals (Tom Ford)

Foram-se sete anos desde o debut do estilista Tom Ford como diretor de cinema, com o belo Direito de Amar. Agora, ele promete abalar estruturas com um suspense. Amy Adams interpreta uma negociante de arte que, do nada, recebe um manuscrito de um livro sobre uma tragédia com a qual ela acaba envolvida.

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Histórias reais de amor que superaram preconceitos

O que A United Kingdom e Loving tem em comum? São filmes que contam duas histórias de amor interraciais e que enfrentaram preconceitos da sociedade.  A United Kingdom conta com David Oyelowo e Rosamund Pike. Já Joel Edgerton e Ruth Negga protagonizam Loving.

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Pablo Larraín em dose dupla

O cineasta chileno Pablo Larraín estará em Toronto com duas histórias biográficas, como da caça de um inspetor de polícia (Gael García Bernal) ao poeta Pablo Neruda e da ex-primeira dama dos EUA Jacqueline Kennedy (Natalie Portman). Jackie marca a estreia dele em Hollywood.

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Una (Benedict Andrews)

Adaptada de Blackbird, aclamada peça da Broadway, Una retrata um tema bastante pertinente não só na vida real, mas também na indústria de Hollywood: o abuso sexual. Rooney Mara interpreta uma mulher que confrontará seu algoz anos depois.

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American Pastoral (Ewan McGregor)

Baseado em Pastoral Americana, história de Philip Roth sobre um herdeiro de imigrantes que tenta construir seu sonho americano. Marca a estreia do ator Ewan McGregor como diretor.

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Elle (Paul Verhoeven)

O filme de Paul Verhoeven também – assim como Una – conta a história de uma mulher (Isabelle Huppert) vitima de abuso sexual. Mas aqui, o tom promete mais densidade por conta de jogos e perseguição entre os dois personagens principais da história.

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The Birth of a Nation (Nate Parker)

Vencedor do Festival de Sundance no começo do ano, The Birth of a Nation era uma das grandes apostas da comunidade negra para o Oscar, especialmente por ser uma crítica à escravidão. Mas, viu sua campanha perder fôlego com uma denúncia de estupro envolvendo o ator e diretor Nate Parker. Houve até boatos de cancelamento da coletiva de imprensa com diretor e elenco na TIFF.

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Manchester by the Sea (Kenneth Lonergan)

Com passagens por festivais como Sundance e Telluride, Manchester by the Sea é um drama familiar sobre luto e perdas. No elenco, nomes como Michelle Williams, Casey Affleck e Kyle Chandler.

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Their Finest (Lone Scherfig)

Diretora de Educação, Lone Scherfig está de volta com outro filme sob o ponto de vista da mulher, desta vez durante a Segunda Guerra Mundial.

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A Chegada (Denis Villeneuve)

O badalado Denis Villeneuve aventura-se na ficção científica com A Chegada, que traz Amy Adams como uma linguista que é convocada para interpretar sinais extraterrestres na Terra.

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Moonlight (Barry Jenkins)

Com produção-executiva de Brad Pitt, Moonlight vem conquistando ótimos reviews da mídia norte-americana. O filme é sobre as descobertas de um jovem, negro e gay, que está em busca de autoconhecimento.

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Lion (Garth Davis)

Aposta dos irmãos Weinstein para a temporada de prêmios, Lion traz Dev Patel (de Quem Quer Ser um Milionário?) como um indiano que passou por uma infância complicada ao se perder do irmão em uma estação de trem. Baseado em fatos, o filme ainda traz no elenco Nicole Kidman e Rooney Mara.

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Brimstone (Martin Koolhoven)

Faroeste sob o ponto de vista de uma jovem mulher muda (Dakota Fanning), que é perseguida por um padre vingativo. A produção competiu pelo Leão de Ouro no Festival de Veneza.